Gal.4:1-17; Mat.1:18-25. Para compreende melhor, favor ler os textos explícitos.
INTRODUÇÃO
Aproveitando que acabamos de comemorar o Natal, veremos o propósito de Deus no nascimento de Jesus Cristo, que ocorreu na plenitude do tempo.
O nascimento de Jesus foi muito especial. O Messias era aguardado ansiosamente pelos judeus há vários séculos. Sua vinda há havia sido prefigurada nos sacrifícios ordenados na lei de Moisés, cantada nos Salmos, tipificada em várias pessoas e eventos da história de Israel e anunciada pelos profetas. O próprio Deus, , no decorrer da história, foi dirigindo os acontecimentos para que, no momento oportuno, viesse ao mundo aquele que seria o Salvador, Jesus Cristo, verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem.
l. A GRAVIDEZ SOBRENATURAL DE MARIA.
Os defensores da teologia liberal negam o nascimento virginal de Cristo. Eles não acreditam em milagres e se esforçam para retirar da fé cristã tudo aquilo que consideram mitos. Eles afirmam, por exemplo, que o ensino bíblico sobre o nascimento virginal de Jesus é um mito ou uma lenda criada para dar "ares religiosos" a esse nascimento. Para eles, a doutrina do nascimento virgina de Cristo não é essencial à fé cristã . Aliás, eles dizem que Deus, se quisesse, poderia fazer com que Jesus nascesse de qualquer outra forma e a fé cristã continuaria sendo a mesma. Bem, o que Deus poderia ter feito ou não, é apenas especulação humana. Isso não serve como base para nossa fé. Nós, nos baseamos naquilo que a Escritura diz que ele realmente fez. O nascimento virginal de Jesus foi um milagre realizado pelo Espírito Santo. É desse ponto que partimos.
A respeito do nascimento de Jesus, o primeiro ponto a ser observado é que ele não veio ao mundo da mesma forma que todas as pessoas, isto é, como filho de um homem e uma mulher. Se ele tivesse sido filho de José e Maria, , isto é, de um homem e uma mulher, como qualquer outro ser humano, ele seria simplesmente uma pessoa humana, igual a qualquer outra e, por isso, seria tão pecador quanto qualquer um, contaminado pela culpa e sujeito ao poder de pecado. Nesse caso, ele seria incapaz de salvar até a si mesmo. Para que pudesse ser o Cristo, o Salvador, ele tinha de ser Deus e homem, o Verbo encarnado, o Filho manifestado na carne. O texto bíblico afirma que Jesus foi gerado pelo Espírito Santo no ventre de Maria. Essa informação é importante para que entendamos um dos principais temas da teologia cristã: a união das duas natureza de Cristo. Para que Cristo pudesse ser o Messias prometido, ele teria de ser verdadeiramente humano, se identificando conosco em tudo aquilo que temos e somos como seres humanos. Somente assumindo totalmente nossa natureza ele poderia realmente redimi-la. Nascendo de uma mulher, ele herdou dela sua natureza humana, exatamente igual à de qualquer outra pessoa, mas sem pecado. Hb,4:15 - Porque não temos um sumo sacerdote que não possa campadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós em tudo foi tentado, mas sem pecado. l Pedro2:22 - O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano. É verdade que o pecado original não é uma espécie de vírus espiritual escondido no sangue da mãe e passado para as veias do bebê. O pecado não material e tangível e a matéria não é má em si mesma. A natureza do pecado é moral e espiritual, pertencendo às coisas invisíveis. Isso significa que, embora o pecado seja real e possamos perceber seus resultados, sua existência real não pode ser detectada por meios físicos. O pecado original, da qual Adão e Eva desfrutaram no paraíso. A ação do Espírito Santo na concepção milagrosa de Jesus consistiu em preservá-lo da perda da justiça original para que ele, ao contrário da humanidade, não herdasse a culpa de Adão. Rm 5:12-21. Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram. Porque até à lei estava o pecado no mundo, mas o pecado não é imputado, não havendo lei. No entanto a morte reinou desde Adão até Moisés, até sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão,o qual é a figura daquele que havia de vir. Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa. Porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça, que é dum só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos. E não foi assim o dom como a ofensa, porque um só que pecou. Porque o juízo veio de uma só ofensa, na verdade, para condenação, mas o dom gratuito veio de muitas ofensas para justificação. Porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só - Jesus Cristo. Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida. porque, como pela desobediência de um só homem, mutos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos. Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor.
Por outro lado, para ser o Messias prometido ele também tinha de ser verdadeiramente Deus. Se fosse fosse apenas humano, Jesus não poderia jamais ter satisfeito a justiça de Deus nem ter cumprido perfeitamente a lei, nem ter prestado a Deus obediência perfeita. Para que pudesse ser o Mediador entre Deus e o homem, Cristo tinha de ser verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem, isto é, tinha de possuir as duas naturezas (divina e humana) em uma só pessoa. De fato, a Escritura deixa claro que, em Cristo, "habita corporalmente, toda a plenitude da Divindade" (Cl 2.9).
A confissão de de Westminster, no capítulo 8, parágrafo 2, diz o seguinte sobre o papel do nascimento virginal de Cristo em seu ofício como mediador: "O Filho de Deus, a segunda pessoa da tridade, sendo verdadeiro e eterno Deus, da mesma substância do Pai e igual a ele, quando chegou a plenitude do tempo, tomou sobre si a natureza humana com todas as suas propriedades essenciais e enfermidades comuns, contudo sem pecado, sendo concebido pelo poder do Espírito Santo no ventre da virgem Maria e da substância dela".
Portanto, a atividade do Espírito Santo na concepção de Jesus no ventre de Maria, consistiu na criação de uma natureza humana sem pecado que o Filho assumiu em união com sua natureza divina em uma só pessoa, a pessoa do mediador, do Verbo encarnado.
ll. JESUS, O SALVADOR
O anjo que apareceu a José em sonho lhe revelou não apenas o fato de que o filho de Maria havia sido gerado pelo Espírito Santo e, portanto, José não deveria temer tomá-la por esposa, mas também revelou o nome que deveria ser dado a esse menino e sua missão: "Ela lhe dará a luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles" (Mt 1:21).
É importante observar que Jesus Cristo veio salvar pecadores. ele não veio para ajudá-los a se salvarem, nem para convencê-los a se salvarem, nem mesmo para dar-lhes condições e capacidade para que se salvassem. Ele veio salvá-los. Ele é o Salvador.
Nosso pecado é a grande causa de nossa miséria espiritual. É por causa dele que somos culpados diante de Deus e nos faz merecedores do inferno. Nada há que possamos fazer para nos livrar dele por nós mesmos, já que estamos todos, por natureza, espiritualmente mortos (Ef 2.5), e pessoas mortas não podem fazer nada para mudar a própria condição.
Para que pudéssemos ser salvos de nossos pecados, Deus enviou seu Filho, Jesus Cristo, nosso Salvador. Se alguém fosse capaz de levar uma vida completamente santa, sem jamais cometer nenhum pecado, essa pessoa não precisaria da salvação que Cristo oferece. Contudo, tanto a Escritura quanto nossa própria experiência nos ensinam que "todos pecaram e carecem da glória de Deus"(Rm 3:23). Ser salvo, portanto, significa: a) ser liberto de grandes males: a culpa, a corrupção, o poder e o castigo do pecado; e b) receber o maior de todos os benefícios: o perdão de pecados e a comunhão com Deus por intermédio de Cristo no Espírito. No entanto, além de sermos salvos do pecado, também somos salvos para termos paz com Deus por meio de Cristo. (Rm 5:1). De forma geral, podemos dizer que a salvação é o contrário da condenação ou da perdição. O quadro a seguir nos ajudará a entender melhoro que realmente é a salvação.
NEGATIVAMENTE POSITIVAMENTE
Salvar significa resgatar Salvar significa conduzir
o pecador da: o pecador ao estado de:
CULPA JUSTIÇA
(Ef 1:.7; Cl 1.14) (Rm 3:21-26; 5:1)
ESCRAVIDÃO LIBERDADE
(Rm 7:24, 25; Gl 5:1) (Gl 5:1; 2Co 3:17)
CASTIGO BEM-AVENTURANÇA
a) Separação de Deus a) Comunhão com Deus
(Ef 2:12) (Ef 2:13)
b) Ira de Deus b) Amor de Deus
(Ef 2:3) (Rm 5:5)
c) Morte eterna c) Vida eterna
(Ef 2:5,6). (Ef 2:1;5;Cl 3:1-4)
Essa salvação maravilhosa é obra de Deus realizada por intermédio de Cristo, o único mediador entre Deus e o homem, Jesus Cristo homem (lTm 2:5)
lll. DITO POR INTERMÉDIO DO PROFETA
O anjo termina sua mensagem dizendo que a gravidez milagrosa de Maria era um acontecimento previsto com muita antecedência. Na verdade, isso já havia sido dito pelo Senhor por intermédio do profeta: "eis que a virgem conceberá e dará a luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel" (Mt 1:23). Essa encontra-se no livro de Isaías (Is 7:14). Para que possamos compreender sua importância para o ensino de Paulo, de que Cristo nasceu na plenitude do tempo (Gl 4:4) e, assim, contemplar o cumprimento dos decretos de Deus na história, é preciso que conheçamos o contexto histórico em que essa profecia de Isaías foi dada.
INTRODUÇÃO
Aproveitando que acabamos de comemorar o Natal, veremos o propósito de Deus no nascimento de Jesus Cristo, que ocorreu na plenitude do tempo.
O nascimento de Jesus foi muito especial. O Messias era aguardado ansiosamente pelos judeus há vários séculos. Sua vinda há havia sido prefigurada nos sacrifícios ordenados na lei de Moisés, cantada nos Salmos, tipificada em várias pessoas e eventos da história de Israel e anunciada pelos profetas. O próprio Deus, , no decorrer da história, foi dirigindo os acontecimentos para que, no momento oportuno, viesse ao mundo aquele que seria o Salvador, Jesus Cristo, verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem.
l. A GRAVIDEZ SOBRENATURAL DE MARIA.
Os defensores da teologia liberal negam o nascimento virginal de Cristo. Eles não acreditam em milagres e se esforçam para retirar da fé cristã tudo aquilo que consideram mitos. Eles afirmam, por exemplo, que o ensino bíblico sobre o nascimento virginal de Jesus é um mito ou uma lenda criada para dar "ares religiosos" a esse nascimento. Para eles, a doutrina do nascimento virgina de Cristo não é essencial à fé cristã . Aliás, eles dizem que Deus, se quisesse, poderia fazer com que Jesus nascesse de qualquer outra forma e a fé cristã continuaria sendo a mesma. Bem, o que Deus poderia ter feito ou não, é apenas especulação humana. Isso não serve como base para nossa fé. Nós, nos baseamos naquilo que a Escritura diz que ele realmente fez. O nascimento virginal de Jesus foi um milagre realizado pelo Espírito Santo. É desse ponto que partimos.
A respeito do nascimento de Jesus, o primeiro ponto a ser observado é que ele não veio ao mundo da mesma forma que todas as pessoas, isto é, como filho de um homem e uma mulher. Se ele tivesse sido filho de José e Maria, , isto é, de um homem e uma mulher, como qualquer outro ser humano, ele seria simplesmente uma pessoa humana, igual a qualquer outra e, por isso, seria tão pecador quanto qualquer um, contaminado pela culpa e sujeito ao poder de pecado. Nesse caso, ele seria incapaz de salvar até a si mesmo. Para que pudesse ser o Cristo, o Salvador, ele tinha de ser Deus e homem, o Verbo encarnado, o Filho manifestado na carne. O texto bíblico afirma que Jesus foi gerado pelo Espírito Santo no ventre de Maria. Essa informação é importante para que entendamos um dos principais temas da teologia cristã: a união das duas natureza de Cristo. Para que Cristo pudesse ser o Messias prometido, ele teria de ser verdadeiramente humano, se identificando conosco em tudo aquilo que temos e somos como seres humanos. Somente assumindo totalmente nossa natureza ele poderia realmente redimi-la. Nascendo de uma mulher, ele herdou dela sua natureza humana, exatamente igual à de qualquer outra pessoa, mas sem pecado. Hb,4:15 - Porque não temos um sumo sacerdote que não possa campadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós em tudo foi tentado, mas sem pecado. l Pedro2:22 - O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano. É verdade que o pecado original não é uma espécie de vírus espiritual escondido no sangue da mãe e passado para as veias do bebê. O pecado não material e tangível e a matéria não é má em si mesma. A natureza do pecado é moral e espiritual, pertencendo às coisas invisíveis. Isso significa que, embora o pecado seja real e possamos perceber seus resultados, sua existência real não pode ser detectada por meios físicos. O pecado original, da qual Adão e Eva desfrutaram no paraíso. A ação do Espírito Santo na concepção milagrosa de Jesus consistiu em preservá-lo da perda da justiça original para que ele, ao contrário da humanidade, não herdasse a culpa de Adão. Rm 5:12-21. Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram. Porque até à lei estava o pecado no mundo, mas o pecado não é imputado, não havendo lei. No entanto a morte reinou desde Adão até Moisés, até sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão,o qual é a figura daquele que havia de vir. Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa. Porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça, que é dum só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos. E não foi assim o dom como a ofensa, porque um só que pecou. Porque o juízo veio de uma só ofensa, na verdade, para condenação, mas o dom gratuito veio de muitas ofensas para justificação. Porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só - Jesus Cristo. Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida. porque, como pela desobediência de um só homem, mutos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos. Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor.
Por outro lado, para ser o Messias prometido ele também tinha de ser verdadeiramente Deus. Se fosse fosse apenas humano, Jesus não poderia jamais ter satisfeito a justiça de Deus nem ter cumprido perfeitamente a lei, nem ter prestado a Deus obediência perfeita. Para que pudesse ser o Mediador entre Deus e o homem, Cristo tinha de ser verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem, isto é, tinha de possuir as duas naturezas (divina e humana) em uma só pessoa. De fato, a Escritura deixa claro que, em Cristo, "habita corporalmente, toda a plenitude da Divindade" (Cl 2.9).
A confissão de de Westminster, no capítulo 8, parágrafo 2, diz o seguinte sobre o papel do nascimento virginal de Cristo em seu ofício como mediador: "O Filho de Deus, a segunda pessoa da tridade, sendo verdadeiro e eterno Deus, da mesma substância do Pai e igual a ele, quando chegou a plenitude do tempo, tomou sobre si a natureza humana com todas as suas propriedades essenciais e enfermidades comuns, contudo sem pecado, sendo concebido pelo poder do Espírito Santo no ventre da virgem Maria e da substância dela".
Portanto, a atividade do Espírito Santo na concepção de Jesus no ventre de Maria, consistiu na criação de uma natureza humana sem pecado que o Filho assumiu em união com sua natureza divina em uma só pessoa, a pessoa do mediador, do Verbo encarnado.
ll. JESUS, O SALVADOR
O anjo que apareceu a José em sonho lhe revelou não apenas o fato de que o filho de Maria havia sido gerado pelo Espírito Santo e, portanto, José não deveria temer tomá-la por esposa, mas também revelou o nome que deveria ser dado a esse menino e sua missão: "Ela lhe dará a luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles" (Mt 1:21).
É importante observar que Jesus Cristo veio salvar pecadores. ele não veio para ajudá-los a se salvarem, nem para convencê-los a se salvarem, nem mesmo para dar-lhes condições e capacidade para que se salvassem. Ele veio salvá-los. Ele é o Salvador.
Nosso pecado é a grande causa de nossa miséria espiritual. É por causa dele que somos culpados diante de Deus e nos faz merecedores do inferno. Nada há que possamos fazer para nos livrar dele por nós mesmos, já que estamos todos, por natureza, espiritualmente mortos (Ef 2.5), e pessoas mortas não podem fazer nada para mudar a própria condição.
Para que pudéssemos ser salvos de nossos pecados, Deus enviou seu Filho, Jesus Cristo, nosso Salvador. Se alguém fosse capaz de levar uma vida completamente santa, sem jamais cometer nenhum pecado, essa pessoa não precisaria da salvação que Cristo oferece. Contudo, tanto a Escritura quanto nossa própria experiência nos ensinam que "todos pecaram e carecem da glória de Deus"(Rm 3:23). Ser salvo, portanto, significa: a) ser liberto de grandes males: a culpa, a corrupção, o poder e o castigo do pecado; e b) receber o maior de todos os benefícios: o perdão de pecados e a comunhão com Deus por intermédio de Cristo no Espírito. No entanto, além de sermos salvos do pecado, também somos salvos para termos paz com Deus por meio de Cristo. (Rm 5:1). De forma geral, podemos dizer que a salvação é o contrário da condenação ou da perdição. O quadro a seguir nos ajudará a entender melhoro que realmente é a salvação.
NEGATIVAMENTE POSITIVAMENTE
Salvar significa resgatar Salvar significa conduzir
o pecador da: o pecador ao estado de:
CULPA JUSTIÇA
(Ef 1:.7; Cl 1.14) (Rm 3:21-26; 5:1)
ESCRAVIDÃO LIBERDADE
(Rm 7:24, 25; Gl 5:1) (Gl 5:1; 2Co 3:17)
CASTIGO BEM-AVENTURANÇA
a) Separação de Deus a) Comunhão com Deus
(Ef 2:12) (Ef 2:13)
b) Ira de Deus b) Amor de Deus
(Ef 2:3) (Rm 5:5)
c) Morte eterna c) Vida eterna
(Ef 2:5,6). (Ef 2:1;5;Cl 3:1-4)
Essa salvação maravilhosa é obra de Deus realizada por intermédio de Cristo, o único mediador entre Deus e o homem, Jesus Cristo homem (lTm 2:5)
lll. DITO POR INTERMÉDIO DO PROFETA
O anjo termina sua mensagem dizendo que a gravidez milagrosa de Maria era um acontecimento previsto com muita antecedência. Na verdade, isso já havia sido dito pelo Senhor por intermédio do profeta: "eis que a virgem conceberá e dará a luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel" (Mt 1:23). Essa encontra-se no livro de Isaías (Is 7:14). Para que possamos compreender sua importância para o ensino de Paulo, de que Cristo nasceu na plenitude do tempo (Gl 4:4) e, assim, contemplar o cumprimento dos decretos de Deus na história, é preciso que conheçamos o contexto histórico em que essa profecia de Isaías foi dada.
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